
INTRODUÇÃO
Para apreciar o Reiki em toda a sua extensão, é necessário conhecer a sua origem e a forma como chegou ao Ocidente. A história desenrola-se desde os primórdios da Humanidade, sendo este sistema de cura certamente mais antigo do que qualquer relato escrito.
Diane Stein fez o máximo que lhe foi possível para descobrir as origens do Reiki por meio de imensas pesquisas e leituras, mas ainda há muito para descobrir. Muita informação pertinente nunca foi traduzida para o inglês e muitas outras nunca foram impressas em nenhuma língua.
CANALIZAÇÃO
Informações anteriores à escrita humana podem ser obtidas por intermédio de canalização (chanelling) e muito embora o material recebido desta forma possa ser considerado especulativo, não deixa de ser interessante e de nos fazer pensar. Contudo, e ainda que seja impossível de comprovar, o material é por demasiado interessante para que o deixemos de lado, e acreditamos que seja bastante valioso.
Em 1990, para o livro de Diane Stein Dreaming the past, "Dreaming the Future" (The Crossing Press, 1991), a médium Laurel Steinhice descreveu os doze planetas que foram os primeiros colonizadores da Terra, localizados na constelação das Plêiades e alguns nos sistemas estelares de Sírus e Órion. Nós não tivemos assim origem no planeta Terra; fomos trazidos para cá, provenientes de diversas culturas planetárias, e um grande número de actuais médiuns, descreve também essas culturas. Alguns tradutores especializados em documentos antigos começam também a constatar essas informações, apesar de neste momento, ainda se exigir bastante coragem para tal.
ORIGENS DO REIKI
Em 1991, Diane Stein pediu a Laurel para "canalizar" informações sobre a origem do Reiki. Ela descreveu-o como sendo originário do planeta que enviou também muitos deuses armados para a Terra, a cultura-raiz do que mais tarde se tornou a Índia pré-pratiarcal. O deus hindu, que hoje conhecemos como Shiva, e que era feminino naquele tempo, foi quem trouxe o Reiki para o nosso planeta e ela(e) gosta de ser lembrado(a) por essa dádiva. Quando o corpo humano foi projectado para este planeta, o Reiki foi incorporado no código genético como um direito de nascimento para todos, sendo uma parte de todos nós. Um dia foi universal e nunca se deveria ter perdido
Nos primórdios do nosso planeta, as crianças da civilização conhecida actualmente como Mu, recebiam os ensinamentos do Reiki I no início da escola primária, os do Reiki II durante a idade que corresponde ao ensino secundário e os do Reiki III, os ensinamentos de mestre/professor, eram exigidos aos educadores e estavam ao dispor de todos os que quisessem recebê-los. Quando as pessoas da cultura-raiz deixaram a terra de Mu para colonizar o que hoje é a Índia e o Tibete, o Reiki continuou com elas, embora MU, posteriormente se tenha perdido. As mudanças na Terra, que primeiramente destruíram MU, e mais tarde também a Atlântida, produziram vários conflitos de culturas, originando assim que este sistema de cura fosse conhecido apenas por alguns eleitos.
MIKAO USUI

Em meados do século XIX, Mikao Usui, um pastor cristão Japonês que exercia o cargo de director da Universidade Doshisha, em Kyoto – Japão, procurou a origem do método de cura de Jesus Cristo e Buda, encontrando-a entre os antigos vestígios da cultura primeira de Shiva, nos ensinamentos Esotéricos da Índia.
Começou então a história do Reiki, hoje em dia considerado Tradicional. Tudo começou quando os alunos de Usui lhe pediram que lhes mostrasse o método de cura utilizado por Jesus. Usui, perante a sua impotência de demonstrar o pretendido e por uma questão de honra, começou então uma busca que durou cerca de dez anos, para encontrar e aprender o método utilizado por Jesus. Quando autoridades cristãs do Japão lhe disseram que essa cura não devia ser assunto de discussão e muito menos conhecida, Usui começou então a sua busca no Budismo.
Há semelhanças surpreendentes entre a vida de Buda na Índia (Sidarta Gautama, 624-543 A.C.) e a vida do Jesus Cristo histórico. Monges budistas disseram a Usui que o antigo método de cura espiritual fora já perdido e que a única forma de se aproximar dele, seria por intermédio dos ensinamentos budistas, o Caminho da Iluminação.
Mikao Usui viajou então para os Estados Unidos, onde viveu durante sete anos. Na Escola de Teologia da Universidade de Chicago, diz-se ter feito um doutoramento em Teologia, depois de estudar religiões comparadas e filosofia. Aprendeu também a ler em sânscrito (antiga língua erudita da Índia e do Tibete). Nem assim Usui encontrou respostas para a busca a que se tinha proposto. Não se fazendo mais referências a Mikao Usui como cristão ou pastor, mas somente como budista, que, depois de regressar ao Japão, residiu num mosteiro Zen. É importante referir também, que o Mestre de Reiki William Rand, não encontrou registos sobre Mikao Usui na Universidade de Doshisha, como director, professor ou aluno. Além disso, não existem também registos da sua presença na Universidade de Chicago, nem de ter recebido qualquer diploma (William L. Rand, Reiki: The Healing Touch, First and Second Degree Manual, Southfield, MI, Vision Publications, 1991,p.2).
Seria muito fácil de especular que o aspecto cristão da história foi introduzido no Ocidente, para que os americanos pudessem aceitar o poder de cura do Reiki. Entretanto, a semelhança entre os ensinamentos do Budismo e os ensinamentos originais de Jesus Cristo histórico (em vez da religiosidade cristã ou da doutrina da igreja) exigem uma profunda revisão. Deixemos por agora de lado a história do Reiki para examinar brevemente este ponto.
DE BUDA SHAKYYAMUNI A JESUS CRISTO
Buda, o Grande Salvador da Índia, nasceu no ano 620 A.C., perto da fronteira do Nepal. Ele era filho de um rei e o seu nome de nascimento era Sidarta Gautama. O Príncipe foi sempre mantido longe do sofrimento do mundo, vivendo fechado num palácio sem permissão para sair. Quando atingiu a maioridade, desejou então conhecer o mundo como realmente era. Desobedecendo à vontade de seu pai, fugiu então daquela sua prisão dourada, onde tinha vivido até aquela data. Teve então contacto pela primeira vez com a velhice, a doença, a morte, a pobreza e o sofrimento, o que fez despertar a sua herança kármica, para aliviar a dor e sofrimento de todas as pessoas.
Renunciou então à sua riqueza e à sua jovem e adorada mulher, Sidarta Gautama escolheu então o caminho da peregrinação. Começou então a viver uma vida de mendigo, dormindo debaixo das árvores e meditando sobre como evitar o sofrimento.
Um dia, meditando, sentado à sombra de uma figueira, foi-lhe mostrado a maneira de curar todas as pessoas, e essa revelação, sob a árvore "BODHI", foi a então sua primeira iluminação.
Buda descobriu que o apego, juntamente com a negatividade e a inveja, é a origem do sofrimento humano.
O facto de vivermos apegados, gera karma, positivo ou negativo, prendendo o espírito da pessoa ao plano terrestre. O karma faz com o espírito renasça muitas vezes, com o propósito de resolver os seus problemas a esse nível. O renascimento e a vida na Terra são a causa do sofrimento humano, não podendo o karma ser resgatado, sem ser pela reencarnação num corpo humano. Como resolver o karma e terminar o círculo de renascimentos, é a essência dos ensinamentos budistas. O ciclo de encarnações obrigatórias para resgate das más acções praticadas em vidas anteriores chama-se SAMSARA. Esta filosofia, que aceita os deuses de qualquer cultura em que ela seja praticada, tem provocado um enorme impacto em todas as religiões, inclusive no Cristianismo. Os ensinamentos de Buda visam levar o homem a libertar-se do SAMSARA.
Os ensinamentos budistas, têm como princípios: a compaixão por todos os seres vivos, a não-agressão às pessoas e animais, o amor sem apego e a ajuda aos outros. No Budismo, a cura não significa apenas a cura do corpo, pois a mente e as emoções devem ser também curadas, e a cura, em primeiro lugar, deve ocorrer a nível espiritual. Também o mundo é visto como uma ilusão, uma criação da Mente derivada do Vazio. Muitas das parábolas e histórias encontradas no Cristianismo mais recente, são extraídas directamente do Budismo, nomeadamente: a "Semente de Mostarda", a "História de Filho Pródigo", o "Sermão da Montanha" e a "Tentação no Deserto pelo Demónio".
A descoberta pelo Buda, do Caminho da Iluminação, tornou possível a iluminação de outros. Numerosos Budas se seguiram a Sidarta Gautama e a outros seres conhecidos como Bodhisattvas. Um bodhisattva (salvador) é uma pessoa que atingiu a já a Iluminação, estado de plenitude ou de Buda, e, portanto, não precisa mais de passar pelo processo de reencarnação, pois é um liberto do SAMSARA. Mesmo assim, ele volta à Terra, com a intenção de afastar as pessoas do sofrimento e da dor e ajudá-las a encontrar o caminho para a Iluminação. Maria e Jesus Cristo são exemplos de Bodhisattvas.
O Reiki já era conhecido na Índia no tempo de Sidarta Gautama. O Reiki foi descrito parcialmente nos Sutras Budistas (escrituras sagradas), mas provavelmente também foi transmitido através de ensinamentos orais. Várias escrituras budistas primitivas descrevem os efeitos da cura espiritual – libertação do sofrimento e reencarnação numa "Terra Pura" onde o estado de iluminação era atingido – em vez do método de cura em si. Rituais e orações para invocação do Buda da Cura, são descritos em vários textos.
O Budismo Tibetano também abrange o conceito de Tulku, a uma reencarnação com memória consciente das vidas passadas, para certas almas de nível espiritual já elevado, sendo o actual Dalai Lama o exemplo de um Tulku. Algum tempo após a morte de um Tulku, os monges da ordem começam a procura da sua reencarnação, que eles identificam através de diversos sinais e testes. O novo Tulku, ainda quando criança, é levado para um mosteiro, para ser treinado com o propósito de iniciar a missão que ele deixou na anterior vida.
Jesus era a encarnação de um Tulku de um Mestre Espiritual de grande craveira, que havia estado num Templo situado no Alto Himalaia. Foi a causa da busca deste Mestre que levou a um dos Mentores do núcleo de Lamas, a buscar Jesus, com uma das caravanas (MEL KI OR-Melchior).
Esta é uma ligação importante entre o Budismo místico e Jesus Cristo, e que será descrito adiante (HOLGER Kersten, Jesus Lived in Índia, pp. 106-108).
Conceitos mais familiares no Ocidente, como técnicas de vidência, visualização, sintonização, estados de meditação, curas espirituais envolvendo a mente, indicam uma forma de Budismo conhecida como Tantra ou Vajrayana. O Tantra é uma forma esotérica do Budismo Mahayana desenvolvido no Tibete. Exige uma profunda dedicação e muitos anos de treino de vidência através de meditação. O Tantra é conhecido erradamente no Ocidente, como uma prática sexual; contrariamente, a sua função é a união com o Todo, sendo essa união personificada pela visualização não concreta, do parceiro sexual. Duas ramificações da prática tântrica são o desenvolvimento das capacidades de vidência e de cura. Os adeptos aprendem a usá-las apenas quando necessário, pois estas são "distracções" ao processo de iluminação (John Blofeld, The Tantric Mysticism of Tibet: A Pratical Guide To The Theory, Purpose and Techniques of Tantric Meditation, Arkana Books, 1970, pp.36-40).
O material existente por escrito, alusivo ao Budismo Tântrico, não descreve claramente como atingir o Caminho. Os ensinamentos são passados apenas aos adeptos e por via oral. Os manuscritos são protegidos cautelosamente com medo de serem profanados, sendo escritos propositadamente de forma obscura. Um mestre tem que desvendar a linguagem mística e fá-lo unicamente para alunos bastante qualificados e preparados para a receber. Por vezes, perdem-se ensinamentos, quando o Mestre não aceita discípulos para passá-los adiante, sendo essas praticas pouco a pouco perdidas, casualmente recuperadas através de vidências. O SUTRA DO LÓTUS, texto tibetano de inspiração Tântrica, escrito no sec. I e II a.C., refere a fórmula simbólica para a técnica do Reiki.
Levanta-se então a pergunta, como é que essa técnica de cura, o Reiki (que embora seja uma palavra de origem japonesa, usada por Usui para descrever a técnica de cura, não era esse o seu nome inicialmente, como já verificamos) chegou até Jesus Cristo no Médio Oriente? De acordo com o pesquisador e escritor alemão Holger Kersten no seu livro Jesus Lived in Índia (Element books, Ltd., 1991), Jesus Cristo foi um Bodhisattva reencarnado, como foi descrito atrás – um Tulku. O seu nascimento era já esperado pelos membros de uma ordem budista, e os "Três Reis Magos" seguiram a conjunção astrológica incomum do ano 5 A. C. para encontrar Jesus. Por essa altura, o budismo já se tinha espalhado pelo Oriente e existiam centros budistas em grande parte dos países do Oriente Médio.
Nessa época, com dois anos de idade Jesus Cristo corria perigo de vida devido a Herodes, pois este recebera a profecia de que um líder Essênio recém-nascido iria desafiar o comando romano. Reconhecendo no menino Jesus o Tulku que eles procuravam, ou talvez mandados pelos Essênios que o identificaram, os "Reis Magos" levaram o menino e sua família para o Oriente. A criança cresceu e foi educada, primeiramente no Egipto e posteriormente na Índia. Tendo acesso a ensinamentos do Budismo Mahayana e Vajrayana, voltou a Jerusalém já adulto – adepto budista e agente de cura Reiki.
Holger Kersten vai mais longe apresentando-nos argumentos coerentes, com a possibilidade de Jesus ter sobrevivido à Crucificação. Existem numerosas menções a Jesus como Issa ou Yuz Asaf nos Sutras budistas, e como Ibn Yusf nas escrituras islâmicas. A maioria das fontes descreve o seu passado ou então refere as marcas das cicatrizes deixadas pela sua crucificação, tornando assim incontestável a sua identificação.
Jesus sobreviveu à crucificação e foi para a Turquia na Kapadocia onde esteve a instruir os seus discípulos durante 11 anos. Maria viveu esse tempo em Éfeso com João. Passados esses anos Maria foi para o Paquistão e Jesus para a Índia, vindo Maria a falecer no actual Paquistão, na cidade de Mari com 66 anos.
Jesus retirou-se com os filhos e a mulher para o Japão. Onde fundou Escola e morreu com 110 anos de idade (embora os japoneses relatem ter morrido com 101, porque como sempre havia uma confusão sobre a sua data de nascimento - caso que ainda acontece).
A maior parte desta informação erudita tem sido omitida pela Igreja Cristã, que se refere mais aos ensinamentos de Paulo, não referindo a verdadeira influência budista de Jesus.
Jesus Cristo é uma figura deslumbrante, e a sua presença na história do Reiki é plenamente justificada. Se Ele também transmitiu a outros o conhecimento desse método de cura (e o Novo Testamento afirma que o terá feito aos seus discípulos), o Reiki espalhou-se então pelo mundo antigo, além da Índia, por uma região muito maior do que se tem conhecimento.
Na doutrina cristã esse ensinamento talvez se tenha perdido, devido à interferência de Paulo, que parece ter reinterpretado os ensinamentos de Jesus. Por volta do século V, os conceitos fundamentais de reencarnação e de Karma foram retirados dos cânones da Igreja, e o método de cura que Jesus Cristo usou – e que poderia ter ajudado tantos milhões de sofredores em todo o Mundo – também se perdeu num Ocidente em constante desenvolvimento. O método manteve-se apenas activo entre os adeptos budistas, que o usaram mas não divulgaram a sua existência.
A REDESCOBERTA
Retornamos a Mikao Usui, ao seu retorno ao Japão e à sua fixação de residência num mosteiro Zen-budista. Aí, encontrou textos que revelaram a fórmula de cura, que agora ele podia ler no original, em sânscrito. Mas, deparou-se com um problema: os textos não ensinavam a forma de activar a energia e fazê-la funcionar. Como foi já referido, essa falta de informação nos Sutras era premeditada e feita frequentemente para manter os poderosos ensinamentos fora do alcance de mãos não preparadas, para que não pudessem ser usados incorrectamente. Hamayo Takata, discípula de Chujiro Hayashi (Mestre de Reiki formado por Mikao Usui em 1925 aos 47 anos), narra isso no livro, The History of Reiki as Told by Mrs. Takata, p.4:
Mikao Usui estudou a versão sânscrita e, mais tarde, depois de estudos profundos, encontrou finalmente a fórmula. Clara como o dia. Nada difícil, mas muito simples. Como dois e dois são quatro… E então disse: "Muito bem, eu encontrei-a. Agora, tenho que a interpretar porque foi escrita há 2500 anos. Mas tenho de passar pelo teste."
O teste foi um passar por um período de três semanas de meditação, jejum e orações no Monte Koriyama, no Japão. Mikao Usui escolheu o local para a meditação e juntou 21 pequenas pedras para marcar o tempo, atirando fora uma pedra no final de cada dia. Na última manhã dessa busca, um pouco antes de nascer o dia, Usui viu um projéctil de luz que vinha na sua direcção. A sua primeira reacção foi fugir, mas pensou e decidiu aceitar o que surgia como resposta à sua meditação, ainda que daí resultasse a sua morte. A luz atingiu o seu chakra frontal e Usui perdeu a consciência por certo tempo. Então, viu “milhões de bolhas com as cores do arco-íris” conforme relata Hawayo Takata, e finalmente, os símbolos do Reiki como numa tela. Ao ver os símbolos, foi-lhe dada a informação de como activar a energia de cura de cada um deles. Essa foi a primeira iniciação Reiki, a redescoberta de um método antigo por intermédio da vidência.
Usui deixou então o monte Koriyama, sabendo curar como Buda e Jesus tinham feito. Descendo a montanha, aconteceu o que é tradicionalmente conhecido como os Quatro Milagres.
******************************************************(PRIMEIRO): Feriu-se num dedo do pé enquanto descia o monte, instintivamente, sentou-se e pôs as mãos sobre o ferimento. As suas mãos ficaram quentes e o seu dedo ferido foi curado.
(SEGUNDO): Ele chegou a uma casa que servia peregrinos, no pé da montanha, pediu uma refeição completa (algo nada aconselhável depois de jejuar durante 21 dias, apenas bebendo água), e comeu normalmente.
(TERCEIRO): A mulher que o serviu sentia dor de dentes, ele colocando as mãos sobre a face dela, sanou a dor daquela mulher.
(QUARTO): Quando voltou ao mosteiro, soube que o director estava acamado com uma crise de artrite, Usui também o curou.
******************************************************Resolveu então dar à energia de cura o nome de Reiki, que quer dizer "ENERGIA DA FORÇA VITAL UNIVERSAL#.
Usui criou ainda cinco princípios a que chamou os Cinco Princípios do Reiki.
******************************************************(01)- Ao menos hoje não me preocuparei
(02)- Ao menos hoje não me zangarei
(03)- Ao menos hoje honrarei os meus pais, professores, os mais velhos e todas as criaturas
(04)- Ao menos hoje ganharei a minha vida honestamente
(05)- Ao menos hoje sentirei gratidão por tudo
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